FRASE DA SEMANA

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".

(Fernando Pessoa)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

SHOW IMPERDÍVEL

BRASILEIRO BRILHA NO "AMERICA'S GOT TALENT"


Não deixem de assistir, pois é simplesmente fabuloso, fantástico e
emocionante... algumas lágrimas me vieram aos olhos. Que sujeito maravilhoso. O que mais emociona é a sua simplicidade, humildade e sua história.
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domingo, 3 de junho de 2012

Maratona da República



Em visita ao Palácio Floriano Peixoto no dia 31 Maio passado, o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), confirmou o planejamento da Maratona Internacional da Republica dos Marechais que deverá ser realizada em 15 de novembro 2012. O percurso está programado para o trecho Ipioca/Maceió (Mal. Floriano Peixoto) e Maceió/Marechal Deodoro (Mal. Deodoro da Fonseca). A iniciativa do PCdoB com participação do Governo do Estado tem em Marechal Deodoro o apoio do Dr. Fifi (presidente do PCdoB local) que agradeceu na oportunidade pela divulgação do “berço da república”, a histórica cidade de Marechal Deodoro como lugar de destaque no cenário nacional.

HUMOR


PLACAS SUI GENERIS





sábado, 2 de junho de 2012

REFLEXÕES


Violência II


Ler os jornais, assistir o noticiário da TV ou acessar os sites de notícias não nos causa mais espanto. É um verdadeiro rosário de fatos violentos que vislumbramos e por sua constância passa a ter o caráter banal. Dos latrocínios, homicídios por motivos torpe, dos passionais aos de cunho psicopata, os crimes nos deixam crer que a vida deixou de ter sentido, de ter valor e de ser respeitada.
As causas são as mais diversas, mas que me parece ter basicamente a fundamentação na desestruturação familiar, na falta de educação da criança e do adolescente e, principalmente, na omissão do Estado. Nossos jovens crescem a mercê da dura sorte e sendo oferecido aos que já têm sua formação deturpada. Ou seja, é a tal e famosa bola de neve que cresce definindo mentes deformadas, deturpadas, sem conhecer o que é o valor moral, ético, humanitário. A droga vem a reboque dessa deformação.
Temos percorrido áreas de concentração populacional de baixa renda e, mesmo superficialmente, percebemos a criançada nas ruas, sujas, mal alimentadas e sem orientação de adultos (familiares). Seus pais, por motivos óbvios, passam o dia em seus empregos, quando os têm, ou a ingerir bebidas alcoólicas como fuga dos sofrimentos de condição econômica deficitária. Mesmo frequentando escolas, que fazem de conta que ensinam e apenas se limitam a cumprir as quatro horas regulamentares com o alunado, o tempo que sobra os deixa sob outra orientação: a das ruas com suas conspurcações natas ou intencionais.
Nossa cidade, nosso estado, nosso país precisa dar um basta nesta cadeia de degeneração da estrutura familiar e da sociedade. Precisamos deixar de ser hipócritas e passar a ter atitudes sérias e eficientes, como a de preparar nossos jovens para conviver na sua comunidade no gozo dos suas atividades civis e políticas cobrando não só os direitos, mas desempenhando seus deveres para com seus semelhantes, ou seja, preparar cidadãos. A escola é a extensão do lar e é imprescindível que cumpra seu papel de educar, não só escolarizar. O segundo, ou terceiro tempo no recinto é fundamental para que quebremos a corrente da violência. Além da escolaridade, a juventude carece de ensinamentos essenciais de moral e civismo, de alimentação saudável, de preparação profissional, de esporte e de lazer. Após a aula, a escola deve ter uma vasta programação com atividades não só para cumprir uma pauta, mas que atraiam o jovem a permanecer no âmbito escolar.
Assim procedendo certamente estaremos quebrando o elo da marginalidade e do crime e preparando o jovem para ser um cidadão, com conceitos morais e éticos suficientes para fazer um futuro melhor.

Paulo Alencar

quinta-feira, 31 de maio de 2012

VIOLÊNCIA


No final da tarde do sábado 26/05/12, José Alfredo Vasco Tenório, 67 anos, fora vítima de assalto seguido de morte (latrocínio) no Corredor Vera Arruda, em Maceió. E tudo por uma bicicleta antiga e para criança. Uma reação inesperada e incontinente levou delinquentes a um ato insano. Retrato puro da violência gerada por uma série de problemas estruturantes do Estado e por uma consequência da omissão dos agentes públicos nos vários níveis administrativos que resultam na IMPUNIDADE.
Reação imediata da população: pedir policiamento e repressão.
Na maior área de convivência do bairro considerado classe A de Maceió, o Stella Maris, o Espaço Vera Arruda é cercado por prédios de apartamentos, e dotado de equipamentos para exercícios físicos, brinquedos para crianças, passeios para exercícios, e que hoje é dividido por, infelizmente, usuários de drogas e assaltantes. Aliás, toda Maceió é hoje obrigada a conviver com uma vasta gama de malfeitores, servos do mundo da droga.
Como minorar o problema? Polícia? Repressão? Prisão?
São ações eficazes, mas inócuas se não houver a continuidade dos atos. Se a justiça não mantiver os causadores dos delitos fora do convívio da comunidade. Se não tivermos prisões que exerçam a função de recuperar e não simplesmente de reprimir.
Antes de tudo, devemos ter em mente a função precípua do Estado: prevenir! Se o estado com suas políticas públicas não contemplar ações de prevenção voltadas às crianças e ao adolescente nada disso terá efeito positivo.
“É preciso tomar medidas urgentes tanto com relação à qualidade e quantidade das escolas, paralelas à força e controle policial.”- comentou Hilário Seara em seu Facebook. Concordamos integralmente e acrescentamos - se não tomarmos urgentes medidas para afastar a criança e o adolescente das tentações da bandidagem e do crime, e se não os orientarmos para um mundo melhor, estaremos apenas alimentando o arsenal humano para o mundo das drogas. O mundo jovem é o melhor adubo para o tráfico e por assim o ser é que precisamos apresentar os melhores insumos para o seu desenvolvimento sadio. Vamos, portanto, deixar a hipocrisia do combate a violência simplesmente com verbas para ampliação do aparato de repressão. O que realmente precisamos é unir o planejamento unindo o racional inteligente com a prevenção com base no coração. Tudo com muita determinação e seriedade.

Paulo Alencar